Em qual ano James Ensor nasceu

Em que ano surgiu o Surrealismo? Flávia Theresa n12

Com quantos anos Marc Chagall morreu? - Caroline Nomura n°06

Em que ano Max Ernst fez a colagem:"A Mulher de 100 Cabeças"?

Em qual museo Angelus esta? - Caroline n.o 6

sábado, 28 de agosto de 2010

Jean-François Millet - Caroline n.o 6






seu auto - retrato .



Jean-François Millet , 4 de outubro de 1814 - 20 de janeiro de 1875, era um pintor romântico que fundou Escola de Barbizon na França rural .
Era conhecido como artista do realismo europeu surgido proximo do século XIX , junto com Courbet.
Filho de latifundiário , começou a estudar arte , somente , em 1834 nos estudios de Paul Dumouchel, Jérome Langlois e Chevreville, em Cherbourg .
Depois mudou - se a Paris em 1838 onde continuou sob orientação de Paul Delaroche o pintor .
Em 1840 os pintores Théodore Rousseau e Constant Troyon o inflenciaram a mudar -se ao campo . Acabou indo para o povoado de Barbizon ( o nome da escola ) .
Com isso acabou ficando muito inspirado , o que o fez pintar suas grandes obras do realismo . Uns acham que suas obras tem muito sentimentalismo ou extravagancia , a verdade é simples : suas obras tem sentimento .






Uma de suas grandes obras Angelus se encontra hoje no Museu d' Orsay.
Angelus , (1859) Museu d' Orsay











Mulher na janela (1844) Instituto de arte - Chicago


http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Millet

domingo, 22 de agosto de 2010

REALISMO - Edouard Manet - Larissa Fraga n°21


Édouard Manet nasceu em Paris, a 23 de janeiro de 1832, e morreu na mesma cidade a 20 de abril de 1883. Nascido em uma família burguesa, Manet cresceu com todos os privilégios de boa saúde e educação, mas escolheu tornar-se um artista em vez de seguir os passos do pai e do avô no Direito.

Ainda jovem, tentando a carreira naval, embarcou em um navio mercante para uma viagem ao Brasil, retornando após alguns meses. Mas entre 1850 e 1856 passa a estudar no ateliê de Thomas Couture. Não se submetendo ao ensino acadêmico, contudo, prefere freqüentar os museus, viajando pela Itália, Áustria, Alemanha, Bélgica e Holanda.

Os anos seguintes foram de luta persistente para ser admitido no Salão (exposição anual de obras de arte selecionadas pela crítica). A batalha contra a crítica oficial e as convenções do seu tempo é a própria vida de Manet, que só encontrou receptividade entre os impressionistas.

Manet pode ser considerado como o último representante da tradição e o primeiro entre os modernos na pintura francesa. Pertence à tradição pelo seu apego aos mestres do passado, cuja lição recria em várias obras, e também pela insistência em procurar o reconhecimento oficial. E é o primeiro entre os modernos por exprimir uma nova concepção da realidade e de sua representação por meio da arte.

Manet procurou refúgio nos mestres antigos exatamente por reação às convenções acadêmicas: tinha desprezo ostensivo pelas fórmulas temáticas, a pseudopsicologia melodramática, a retórica sentimental, a pintura pseudofilosófica, etc. Quanto às técnicas, preferiu o modelado plano e rejeitou as meias tintas da pintura acadêmica.

A fim de evitar a pintura convencional do seu tempo, Manet procurou nos mestres antigos a diversidade da expressão temática e das soluções plásticas. Seus temas são anticonvencionais, são mais pretextos do que temas. O que o interessava, mais do que a observação realista, era a solução de problemas plásticos, inclusive em suas recriações de quadros célebres. Nesse sentido, mais do que precursor do impressionismo, é precursor da pintura moderna.

Manet foi rejeitado pela primeira vez no Salão de 1859, embora ainda fizesse concessões ao gosto da época. Em 1861, dois de seus quadros foram bem recebidos pelo Salão, mas o estilo dessas obras ainda era o do realismo tradicional.

O choque definitivo entre Manet e os juízes do Salão veio com o "Almoço na relva", em 1863. Embora o seu modelo fosse um quadro clássico, o "Concerto campestre", de Giorgione, a obra de Manet foi julgada insolente pelas suas características eróticas. O quadro foi exibido no Salão dos Recusados, aberto no mesmo ano para os pintores que não eram admitidos ao Salão.

Ao mesmo tempo, Manet expõe na Galeria Martinet vários quadros hoje famosos, como "Lola de Valence", "La Musique aux Tuilleries", etc. Seu cromatismo ousado, seu realismo cotidiano, oposto aos grandes temas convencionais da época, despertaram a hostilidade implacável da crítica.

Escândalo
Escândalo ainda maior do que "Almoço na relva" foi provocado pela "Olympia", recusada pelo Salão de 1865. A razão da recusa talvez tenha sido a intenção evidente de paródia do academicismo que tematizava as vênus eróticas deTiciano. A par do erotismo considerado mórbido e de mau gosto, Manet utilizava a cor de maneira insólita e o modelado mais plano possível, em contraste aberto com o realismo. A influência principal terá sido, nesse caso, a da gravura japonesa.

O Salão de 1866 confirmou a reputação de Manet como revolucionário, recusando "O pífaro", cujo modelo evidente é um quadro de Velásquez. Tornaram-se claras as razões da recusa: Manet era rejeitado pela ousadia artística e não por ofensa à moral pública. Pelas mesmas razões ele não foi aceito na Exposição Internacional de 1867. Organizou sua própria exposição, em que, entre dezenas de quadros, surgiu uma obra-prima: "Execução de Maximiliano", tendo como modelo o "Três de maio", de Goya. O tema era pretexto para estudos de cor, luz e sombras.


--> foto

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Vestuario Grego

Na antiga grecia, a moda era que quanto mais um lado fosse mais parecido que o outro(simetrico) melhor e por isso suas roupas eram feitas de tecidos retangulares.
Uma das vestimentas principais era o Quiton, que era constituido de um tecido de forma retangular e era parecida com uma tunica envolvida no corpo presa na sintura com um cordão ou sinto, se prende nos ombros com broches ou agulhas, passando por debaixo dos braços. Eram longas chegando nos adultos nos tornozelos e nos jovens nos joelhos.
Quando a tunica so lhe cobria um ombro era chamado de Exomide.
O vestuario femenino era diferente do masculino: era um tecido retangular (igualmente), porém continha correias ou cordões na cintura e eram bastante descotadas.Algumas mulheres utilizavam vel para sair de casa.
Como o Quiton era roupa para o calor, os Gregos inventaram o Himationque por sua vez era para o inverno e assim cobria todo o corpo.Ele era um traje basico.
A roupa Grega não era a base de costuras, e os tecidos principais eram o linho (para verão ) e lã (para o inverno).
Muitas vezes as roupas Gregas eram confecionadas em casa pelas mulheres e algumas vezes passavam por um processo de coloração.
Adornos

Os adornos, de caráter mágico que apresentavam alta classe social eram belíssimas peças em ouro e prata com pedras duras engastadas ou aplicação de pasta vítrea.

Legenda da foto: a foto pode retratar como as peesoas faziam o Quiton.

Maria Irma Rodiguez Suarez
número:24 - 6B

quarta-feira, 26 de maio de 2010

vestuário grego - Flávia n°12




O vestuário grego era quase sempre feito pelas mulheres, seu tecido normalmente era de linho ou de lã.
Um vestuário de lã, era o peplo, vestuario femenino , não tinha mangas, apenas aberturas para os braços, vestia-se ao redor do corpo, tinha alfinetes nos ombros, era longo e a baixo do peito usava-se um cordão, era o mais usado pelas atenises até o século IV a.c.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

o vestuario da antiga grecia



a vestimenta feminina grega era um tecido rectangular, continha cordões ou correias ao nível da cintura como decoração e eram bastante decotados.elas usavam também algumas roupas complementares como o Pharos (vestido jónico) que tinha a função de xaile.quando estava frio elas se protegiam com o Himation ele cobria todo o corpo da pessoa.Mulheres mantinham os cabelos longos adornados com presilhas de metal ou fitas coloridas.outros vestuários:
* Peplo: túnica feminina presa por duas fíbulas, feita com dois retângulos de tecido;
* Quíton: túnica feminina ou masculina presa com 5 a 8 fíbulas, feita com dois retângulos de tecido;
* Himation: normalmente feito de lã e principalmente usado por homens como proteção;


* Clâmide: manto masculino curto, preso em frente ao pescoço;


* Exômis: manto feito com um retângulo de tecido, preso por apenas um ombro, com barras decorativas e usado principalmente pera segurar os seios;


* Strphion: faixa de tecido para segurar os seios;


* Krêpis: sandálias;


* Em algumas regiões usavam chapéus


sua vestimenta principal era o quiton ;usado tanto pelos homens quanto mulheres Estendida, era basicamente um retângulo de tecido.originalmente era feita de lã mas non periodos mais antigos era feito com linho posteriormente.Nos homens, podia cobrir a perna até metade da coxa ou descer até os pés. As mulheres a usavam de maneira frouxa. Comumente, fala-se do quíton jônico. Com o surgimento do linho, subistituiu progressivamente o peplo, um vestido feminimo tubular. esta palavra (quiton)significava''tunico de linho'' .




Isabela numero 16

quiton

fonte: http://www.nitnet.com.br/~fcavatar/pal_Reino_Espirito_Vive_Dentro_Nos.html

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Os adornos romanos e seu vestuário - Caroline Nomura 06 - 6B

Brinco romano de esmeralda e ouro.
Vestuário romano


Bracelete romano de ouro


Anel romano de esmeralda e ouro



Carbatinas



Os romanos tiveram muita influência dos gregos em sua forma de vestir, havia as togas que eram parecidas com os himation, que eram usados na Grécia Antiga.



Eles usavam uma túnica por baixo da toga que era muito volumosa.Suas características ajudavam a identificar o grupo social através da cor, da forma e do tamanho.



Tinham vários tipos de togas feitas de muitos tecidos variados como a lã branca, de cor púrpura, etc...Cada toga era usada por uma pessoa diferente, quem não era casado, por exemplo, usava a toga praetexta.Tinha togas para até ir ao tribunal!



Curiosidade:

Os romanos usavam calçados bem simples, praticamente sandálias, chamadas de carbatinas feitas somente de um pedaço de couro sem tingimento, cobrindo o contorno do pé e preso por tiras.Apenas os escravos não o usavam.As mulheres também podiam calçar o soccus, que era uma espécie de chinelo para ser usado dentro de casa que poderia ser enfeitado de pedras preciosas.





As mulheres mais ricas usavam uma grande quantidade de joias feitas de ouro, marfim, pérolas, prata, e pedras preciosas como ametista e a esmeralda.Com essas matérias-primas são feitas os colares, os pingentes, os braceletes (que eram usados tanto pelo homem quanto pela mulher), os aneis(também usado pelos dois), pulseiras, tornozeleiras e brincos.


http://slideshare.net/guestf342e/moda-romana

Vestuario Romano - Larissa Fraga nº 21 - 6B

As crianças usavam uma toga que possuía uma banda cor púrpura. A partir dos 17 anos, os rapazes usavam a toga o que significava a entrada na vida adulta e era marcado por uma cerimónia. As meninas usavam um vestido comprido, chamado estola a partir do momento em que se casassem


As mulheres utilizavam uma faixa de tecido no peito e uma faixa de tecido colocada em volta dos rins. Esta última peça era também usada de início pelos homens, mas foi abandonada.


o vestuário da Roma Antiga era composto por uma túnica (camisa; uma peça de vestuário simples de lã, sem mangas, com a forma de uma grande oval), e uma toga (um casaco branco de lã com a forma de uma elipse). A túnica de mulher era mais comprida do que a do homem. Estas roupas dobradas e sem costura constituíam a base de roupas mais individuais, pois podiam ser ajustadas de maneira diferente cada vez que eram mais utilizadas.
vestuario romano